Livros, criatividade, fotos, natureza, simplicidade voluntária, cultura de paz e o que mais couber
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Cinco motivos pelos quais você deveria estudar mais cultura de paz
Há algum tempo comecei um curso, o Formação Holística de Base, pela Unipaz São Paulo, onde, além de aprender mais sobre cultura de paz, trouxe uma mudança significativa para mim.
Por isso, listei 5 motivos pelos quais, hoje, acredito que yodos deveriam estudar mais sobre o assunto:
Você aprende que conflito não é o contrário de paz
O conflito sempre vai existir, seja no trabalho, em casa, na escola, na rua; ou seja, em todos os lugares que tenham duas pessoas ou mais juntas. O modo como você reage a isso é o que diferencia.
Você passa a se conhecer mais
Aos poucos você vai entendendo como você funciona, o que te faz bem, o que te faz mal, o que traz felicidade ou o que te dá raiva. Você consegue se "escutar" melhor.
Você passa a entender melhor os outros
Quando você se entende, você passa a entender melhor o outro. Com isso, as relações melhoram.
Você se torna uma pessoa melhor
Muitas vezes, quem convive com você não vai perceber logo. Mas ao se entender e entender o outro, você consegue ser uma pessoa melhor.
Você passa a querer viver mais e mais a cultura de paz
Se te faz bem, você passa a querer que todos se sintam bem. Com isso, passa a querer viver esse processo todos os dias. E não tem jeito: você está mudado. É um caminho sem volta.
E aí, interessou? Entre na página da Unipaz para saber mais sobre. O curso, está com inscrições abertas e começa agora no final de julho. Corre lá!
sábado, 3 de dezembro de 2016
Da pressa (ou do dasabafo)
Atualmente as pessoas andam com uma pressa impressionante.
Fui a uma palestra sobre liderança, e a palestrante falou que justamente um dos
problemas da comunicação era as pessoas responderem muito rápido a e-mails e
mensagens, criando problemas e ruídos na comunicação. Eu adicionaria a isso,
que por vezes elas apenas cansam o interlocutor.
Com a rapidez da comunicação, as pessoas não utilizam mais
e-mail e telefonam. A moda agora é utilizar aplicativos de mensagem
instantânea. Não me entendam mal, eu entendo a urgência do outro, mas esperar
que ele responda imediatamente, ou que ele dê a resposta que você quer, quando
a pessoa está em uma situação que não é possível é chato.
A pessoa nem pergunta se você pode conversar, se está atrapalhando.
Ela apenas exige uma resposta imediata, independentemente do que esteja
fazendo. E não é que você esteja fazendo algo mais importante, é apenas que,
naquele determinado momento você não consegue fazer isso. Você pode responder
em um outro horário, mas parece que somente você precisa ter flexibilidade, a
outra pessoa não pode esperar.
Escrito de sopetão em um café no centro.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Da celebração
Esses últimos tempos, que para mim têm sido bastante desafiadores, eu tenho aprendido a celebrar. Celebro em primeiro lugar o fato de estar viva (é piegas, eu sei), ter pessoas à minha volta com quem posso contar, poder participar de seminários muitos legais ao fazer voluntariado.
Mas não só. Tenho celebrado as minhas pequenas conquistas pessoais: o fato de finalmente consegui me organizar e consegui terminar tudo o que tinha me proposto fazer no dia (como eu escrevi aqui, tenho uma tendência a me desorganizar); fazer caminhadas diárias, consegui meditarquase todo dia.
E não precisa abrir o champanhe toda vez. Tem vezes que basta mandar uma mensagem pra uma amiga de finalmente consegui, que já é uma celebração.
Tampouco se trata de não ser realista. Eu sei de todos os problemas que estou enfrentando e encaro eles todos os dias (até naqueles que o que eu mais queria era me enfiar em um buraco). Mas eu realmente não acredito que ficar só focado nisso ou "celebrando" os problemas (nós, e me incluo, fazemos isso mais vezes do que percebemos) vai resolvê-los. E se algumas coisas eu consigo resolver relativamente rápido e posso comemorar e agradecer, por que não? Para mim isso traz algumas boas perspectivas e que eu posso fazer algo bom. Quer melhor do que isso para comemorar?
E eu tento fazer isso um exercício diário. Nem sempre é fácil. Tem aqueles dias que dormi mal, acordei de mau humor, comi mais do que deveria e a minha cabeça parece que está funcionando em marcha lenta, mas consegui ter uma ideia para o blog (!!!!!!!). Vamos celebrar!
E você, celebra as suas pequenas conquistas?
Mas não só. Tenho celebrado as minhas pequenas conquistas pessoais: o fato de finalmente consegui me organizar e consegui terminar tudo o que tinha me proposto fazer no dia (como eu escrevi aqui, tenho uma tendência a me desorganizar); fazer caminhadas diárias, consegui meditar
E não precisa abrir o champanhe toda vez. Tem vezes que basta mandar uma mensagem pra uma amiga de finalmente consegui, que já é uma celebração.
Tampouco se trata de não ser realista. Eu sei de todos os problemas que estou enfrentando e encaro eles todos os dias (até naqueles que o que eu mais queria era me enfiar em um buraco). Mas eu realmente não acredito que ficar só focado nisso ou "celebrando" os problemas (nós, e me incluo, fazemos isso mais vezes do que percebemos) vai resolvê-los. E se algumas coisas eu consigo resolver relativamente rápido e posso comemorar e agradecer, por que não? Para mim isso traz algumas boas perspectivas e que eu posso fazer algo bom. Quer melhor do que isso para comemorar?
E eu tento fazer isso um exercício diário. Nem sempre é fácil. Tem aqueles dias que dormi mal, acordei de mau humor, comi mais do que deveria e a minha cabeça parece que está funcionando em marcha lenta, mas consegui ter uma ideia para o blog (!!!!!!!). Vamos celebrar!
E você, celebra as suas pequenas conquistas?
| foto antiguinha celebrando meu aniversário (que nem é nesse mês). Eu quase sempre fico doente no meu aniversário, mas quem liga quando se tem bolo? |
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Da falta de controle
Vocês já tiveram um momento na vida em que perceberam que não tinham absolutamente controle nenhum? Eu já tive vários. Estou em um deles agora. Tem dias que é tranquilo lidar com isso. Tem dias que é desesperador. Por vezes o desespero leva alguns dias.
Eu estou exatamente nesse momento. E eu não sei vocês, mas quando eu entro em desespero eu travo. A vontade é de fazer nada e tocar o foda-se (falando o português claro). Mas aí eu lembro de focar no que eu tenho que fazer no momento, no que eu posso aproveitar com esse momento. Não me apego ao desespero sabe, apenas deixo ir, como quando a gentetenta faz na meditação.
Tem funcionado, por enquanto.
E vocês, como lidam com esses momentos em que sabe que não têm controle?
Eu estou exatamente nesse momento. E eu não sei vocês, mas quando eu entro em desespero eu travo. A vontade é de fazer nada e tocar o foda-se (falando o português claro). Mas aí eu lembro de focar no que eu tenho que fazer no momento, no que eu posso aproveitar com esse momento. Não me apego ao desespero sabe, apenas deixo ir, como quando a gente
Tem funcionado, por enquanto.
E vocês, como lidam com esses momentos em que sabe que não têm controle?
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Sobre pedir ajuda (ou da gratidão)
Ultimamente eu ando passando por muita coisa que vem fazendo eu rever algumas posições. Eu sempre fui criada para ser independente, para que pudesse tomar minhas decisões e conseguir atingir meus objetivos sem precisar de ajuda.
Mas então, veio a crise (ó ela aí de novo). Não, não foi a primeira vez que passei por isso, mas tem sido a mais intensa. A mais desafiadora. A que, infelizmente, está durando mais tempo do que gostaria.
De repente, você se vê totalmente vulnerável. Você percebe que as coisas não dependem somente de você. Mas claro que quando você já é adulto você tem contas para pagar. Você tem deveres a cumprir. E, então você tem que engolir um pouco seu orgulhinho e pedir ajuda.
E não é só a financeira: você precisa de certo apoio para os dias que você não tá conseguindo lidar com tudo isso, você precisa de pessoas que te indiquem uma oportunidade, precisa claro de um apoio financeiro e o que mais você quiser.
Não, não é confortável. Porque você se põe em uma posição totalmente vulnerável, expondo os seus problemas para várias pessoas. E fica totalmente aberto. É um ato de fé, como se atirar no vazio.
Mas aí algo interessante acontece: você percebe que tem uma cordinha segurando você. E você volta. E a ajuda vem de onde você menos espera. De repente você percebe que você está conseguindo segurar as pontas como talvez até dois anos atrás você não conseguiria. Que você tem o que comer, e comer bem todos os dias. E que as pessoas realmente estão te ajudando.
Não, não consegui emprego (ainda). Mas toda vez que olho para tudo o que está acontecendo e como as coisas estão caminhando, eu só posso ser grata a todos que de um modo ou outro, até mesmo com uma palavra, estão me ajudando.
Mas então, veio a crise (ó ela aí de novo). Não, não foi a primeira vez que passei por isso, mas tem sido a mais intensa. A mais desafiadora. A que, infelizmente, está durando mais tempo do que gostaria.
De repente, você se vê totalmente vulnerável. Você percebe que as coisas não dependem somente de você. Mas claro que quando você já é adulto você tem contas para pagar. Você tem deveres a cumprir. E, então você tem que engolir um pouco seu orgulhinho e pedir ajuda.
E não é só a financeira: você precisa de certo apoio para os dias que você não tá conseguindo lidar com tudo isso, você precisa de pessoas que te indiquem uma oportunidade, precisa claro de um apoio financeiro e o que mais você quiser.
Não, não é confortável. Porque você se põe em uma posição totalmente vulnerável, expondo os seus problemas para várias pessoas. E fica totalmente aberto. É um ato de fé, como se atirar no vazio.
Mas aí algo interessante acontece: você percebe que tem uma cordinha segurando você. E você volta. E a ajuda vem de onde você menos espera. De repente você percebe que você está conseguindo segurar as pontas como talvez até dois anos atrás você não conseguiria. Que você tem o que comer, e comer bem todos os dias. E que as pessoas realmente estão te ajudando.
Não, não consegui emprego (ainda). Mas toda vez que olho para tudo o que está acontecendo e como as coisas estão caminhando, eu só posso ser grata a todos que de um modo ou outro, até mesmo com uma palavra, estão me ajudando.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Das segundas-feiras
Eu gosto de segundas. É eu sei, não é todo mundo que gosta. Talvez por ser o primeiro dia útil da semana, com várias possibilidades, talvez seja a nostalgia que as segundas trazem. Talvez por ter nascida numa.
Só sei que gosto, para mim é como se todo segunda eu tivesse uma nova oportunidade de recomeçar. Não que o recomeço não possa acontecer outros dias da semana, mas as segundas têm um gosto especial.
Segundas para mim parecem mais calmas também. É como se o mundo todo estivesse recomeçando também.
E parece que as coisas que faço só reforçam isso. Toda segunda, quando vou andar no parque, ele está mais tranquilo. Se você quiser realmente visitar o parque do Ibirapuera, vá às segundas. Os outros dias têm muita excursão de escola e domingo - domingo todo mundo vai. Por isso, mesmo quando o dia amanhece meio triste, como hoje, sempre acabo voltando feliz para casa, mesmo que acabe pegando chuva.
Esse semestre, segundas significa dançar. E é a mesma coisa. Mesmo com aquela preguiça enorme que só as segundas tem fazem ter lá vou eu para a dança circular. Podem ser 3 ou 6 pessoas. Eu sempre volto feliz.
E você, tem um dia da semana preferido?
Só sei que gosto, para mim é como se todo segunda eu tivesse uma nova oportunidade de recomeçar. Não que o recomeço não possa acontecer outros dias da semana, mas as segundas têm um gosto especial.
Segundas para mim parecem mais calmas também. É como se o mundo todo estivesse recomeçando também.
Esse semestre, segundas significa dançar. E é a mesma coisa. Mesmo com aquela preguiça enorme que só as segundas tem fazem ter lá vou eu para a dança circular. Podem ser 3 ou 6 pessoas. Eu sempre volto feliz.
E você, tem um dia da semana preferido?
| Eu não começo dieta às segundas. Deixo isso para as terças. |
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Da organização dos pensamentos
Eu sempre fui um pessoa metódica. Não porque eu tenha alguma mania ou seja controladora. A razão é bem simples: eu me perco com facilidade. Tenho uma mania de viajar na maionese incrível, mesmo estudando o que gosto, mesmo lendo um romance bobo, eu viajo. Então acho que meu cérebro achou um meio de trazer um pouco de organização no caos.
Mas não pense que por isso eu não me desorganizo. Eu vivo desorganizada! Acho que é a palavra que mais falo na semana. E quem nunca se sentiu assim? Pois, eu me sinto assim (quase) sempre. Se acontece algo no meu dia, eu de desorganizo; se a crise economica aperta, eu me desorganizo, se uma amiga liga eu me desorganizo...
Quem trabalhou comigo pode achar que é mentira, mas é a mais pura verdade. Eu só não me perco total porque tenho poucas coisas e post it (não é merchan não viu, não recebo nada para escrever essa palavra).
Eu tento me organizar de vários jeitos: tenho agenda no celular que geralmente me avisa um dia ou dois antes o que tenho que fazer, faço vários lembretinhos e deixo espalhado, tenho vários caderninhos com anotações diversas (talvez a vontade primal de encadernar tenha vindo daí - quase certeza).
Mas mesmo assim, domingo me encontrou totalmente desorganizada! Tinha esquecido um curso que tinha me cadastrado na sexta anterior (e lembrei dois dias depois, pois é). Aí dei uma leve surtada, soltei uns palavrões internamente, saí para caminhar (alguém mais se organiza caminhando?), voltei e fiz um bullet jornal.
Foi bem providencial, porque tinha postado uma matéria sobre o assunto (que você pode ler aqui), peguei um dos cadernos que faço e acho que passei uma duas horas passando um monte de bilhetinho. Ficou bacana.
Também hoje comecei a fazer um curso pelo Coursera chamada Aprendendo a aprender (entra aqui ó). Gostei da primeira aula. Vamos ver se melhoro.
E você? Como organiza seus pensamentos?
Mas não pense que por isso eu não me desorganizo. Eu vivo desorganizada! Acho que é a palavra que mais falo na semana. E quem nunca se sentiu assim? Pois, eu me sinto assim (quase) sempre. Se acontece algo no meu dia, eu de desorganizo; se a crise economica aperta, eu me desorganizo, se uma amiga liga eu me desorganizo...
Quem trabalhou comigo pode achar que é mentira, mas é a mais pura verdade. Eu só não me perco total porque tenho poucas coisas e post it (não é merchan não viu, não recebo nada para escrever essa palavra).
Eu tento me organizar de vários jeitos: tenho agenda no celular que geralmente me avisa um dia ou dois antes o que tenho que fazer, faço vários lembretinhos e deixo espalhado, tenho vários caderninhos com anotações diversas (talvez a vontade primal de encadernar tenha vindo daí - quase certeza).
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| Alguém mais presta atenção em aula desenhando? Essas foram as anotações da aula de sábado na Unipaz |
Mas mesmo assim, domingo me encontrou totalmente desorganizada! Tinha esquecido um curso que tinha me cadastrado na sexta anterior (e lembrei dois dias depois, pois é). Aí dei uma leve surtada, soltei uns palavrões internamente, saí para caminhar (alguém mais se organiza caminhando?), voltei e fiz um bullet jornal.
Foi bem providencial, porque tinha postado uma matéria sobre o assunto (que você pode ler aqui), peguei um dos cadernos que faço e acho que passei uma duas horas passando um monte de bilhetinho. Ficou bacana.
Também hoje comecei a fazer um curso pelo Coursera chamada Aprendendo a aprender (entra aqui ó). Gostei da primeira aula. Vamos ver se melhoro.
E você? Como organiza seus pensamentos?
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| Fotinho do bullet jornal, ou agenda mesmo |
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